Artroplastia
15/07/2019
Alif
15/07/2019

A fusão lombar pode ser realizada através de métodos convencionais (cirurgia aberta) ou minimamente invasivos. Ela é indicada para tratar as patologias: 

  • Degeneração facetária; 
  • Espondilolistese; 
  • Estenose do canal; 
  • Escoliose; 
  • DDD/dor discogenica. 

O primeiro tipo acontece através de abordagem anterior ou posterior da coluna lombar. Em um acesso anterior, a incisão é feita no abdômen, deslocando-se o intestino para ter acesso às estruturas vertebrais. Esse tipo de procedimento aumenta os riscos de sangramento, já que existe a necessidade de manipular a aorta e a veia cava. Também é possível provocar dano ao sistema nervoso simpático. O paciente tem seu ligamento longitudinal removido durante o procedimento e precisa de grande tempo de recuperação. Utilizando-se acessos posteriores na cirurgia, a musculatura da região é severamente afetada. Após retirar a parte óssea posterior é necessário colocar parafusos pediculares. Também é preciso manipular o saco dural, o que pode comprometer os nervos. A recuperação também é demorada e exige acompanhamento fisioterapêutico para retornar às atividades físicas. Já nos métodos minimamente invasivos, usa-se uma incisão na lateral do corpo para acessar a coluna. Assim, é possível realizar o procedimento sem lesionar músculos e outras estruturas próximas ou causar sangramentos. A recuperação é rápida e o paciente pode caminhar no mesmo dia da cirurgia e, geralmente, recebe alta no dia seguinte. 

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