Fraturas Osteoporóticas

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A osteoporose é uma condição esquelética que compromete a densidade óssea. Conforme os ossos tornam-se menos densos eles também ficam mais frágeis, aumentando o risco de fraturas. A doença está relacionada ao avanço da idade e pode ser mais grave em indivíduos que não adotam uma dieta e estilo de vida adequado ao longo dos anos. Estima-se que a incidência de osteoporose tenda a aumentar com o crescimento da população idosa do país.
Os ossos que mais sofrem fraturas incluem as vértebras e o fêmur, sendo esse último o caso mais grave. O fêmur é um osso de difícil cicatrização e sua fratura em idosos está relacionada a maiores taxas de morbidade e mortalidade.
Diagnóstico
Para diagnosticar a osteoporose o paciente deve realizar um exame de densitometria óssea. Antes mesmo de realizar o exame, é possível levantar a suspeita da condição através do quadro clínico, especialmente avaliando fraturas anteriores. De acordo com a Fundação Nacional de Osteoporose, é recomendado que todos os indivíduos acima de 65 anos realizem exames de densitometria óssea como forma de prevenir os prejuízos causados por fraturas osteoporóticas.
Tratamento
O tratamento da fratura osteoporótica varia de acordo com a gravidade do quadro. Muitos dos casos podem ser tratados através de métodos conservadores, especialmente com o uso de medicamentos para ajudar na recuperação e aliviar a dor. Em casos nos quais existe dor irradiada para os membros, mielopatia, dor lombar ou aumento da deformidade, a indicação é de cirurgia.
Quando a fratura osteoporótica acomete as vértebras, existem diversos métodos que podem ser aplicados, mas recebem destaque a vertebroplastia e a cifoplastia. No primeiro método injeta-se cimento ósseo no interior da vértebra fraturada para fornecer sustentação. Na cifoplastia, utiliza-se um balão, que posteriormente é preenchido por cimento ósseo.

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